Nessa sexta (6), Lary lançou o primeiro álbum de estúdio, intitulado “Só o que eu tô afim”. Com dez faixas autorais e grandes colaborações de Clau, Gabriel O Pensador, Lourena, Chris MC o disco tem aassinatura de Malak, Paiva, Velho Beats e LK3030. A cantora promete mostrar toda sonoridade e personalidade musical, que passeia entre os ritmos Pop, R&B e Rap.

Em coletiva de imprensa para a divulgação do disco, Lary comenta sobre as expectativas do lançamento e conta quais foram as inspirações para compor o álbum. Além de contar a sua experiência de gravar durante a pandemia, a artista fala sobre as grandes parcerias feitas durante o processo artístico.

É muito gratificante ter participações tão significativas no meu primeiro álbum. Foi uma experiência demais e uma grande realização para mim“. conta Lary. “Conheci o Gabriel O Pensador em um evento, e começamos a se seguir nas redes, foi tudo muito natural. Quando eu mandei a proposta da musica, ele amou e em seguida me enviou o verso. Eu zerei a vida”.

Capa do álbum SÓ O QUE EU TÔ AFIMLary (Divulgação)

Ao ser perguntada sobre o que nós podemos esperar desse álbum, a cantora respondeu que: “Podem esperar várias facetas minhas nesse disco, eu falo sobre empoderamento, liberdade feminina e diversão. Ao montar o repertório procurei pôr coisas que fazem ou fizeram parte na minha vida”. A artista ainda conta que atribuiu uma cor a cada música, para representar um lado meu empoderado, vulnerável, alegre e divertido. “A capa do álbum é um prisma, que faz a representação de todas as minhas facetas. Eu me preocupo muito com todo o conceito, para que o público tenha uma boa experiência, criando uma conexão”.

Ela também contou quais foram as inspirações que buscou na hora da produção. “Eu quis trazer para esse álbum diferentes sonoridades, diferentes produtores, não quis gravar todo o disco com uma pessoa só, porque gosto dessa mistura, acho que agrega muito no resultado final, ainda mais para a cena R&B”. Sobre o principal single do álbum, “Slow”, Lary conta buscou inspiração da música “Say My Name” das Destiny’s Child. “A Beyoncé me inspira muito, ela sabe trabalhar muito bem o empoderamento e a sensualidade, e “Slow” traz essa proposta, um beat dançante e sensual ao mesmo tempo”.

O processo criativo do disco ocorreu durante a pandemia e funcionou como uma válvula de escape para a artista. O resultado deste processo se tornou o mais importante da minha carreira, já que surgiu após uma grande evolução profissional e pessoal. É uma grande conquista pra mim. O meio da música envolve muitas expectativas e frustrações, e é preciso trabalhar isso o tempo todo na nossa cabeça para que tudo continue fluindo“. Afirma Lary.

Sobre os desafios na carreira Lary diz que: “Nós devemos falar um pouco mais sobre a vida real, nem sempre a gente está bem, não é sempre que as portas se abrem. As vezes dá tudo errado, mas parece que está tudo certo, o glamour da nossa carreira é a pontinha do ice berg”. afirma ela. “A gente tem que trabalhar muito para sermos vistos, temos que segurar as pontas e fazer acontecer da nossa maneira. Ser artista independente é assim, é correr atrás das parcerias e fazer acontecer”. 

Em conclusão, a cantora termina dizendo que, o parâmetro de sucesso é ser feliz e que está grata por estar usando esse espaço para ajudar alguém a superar algo através da música. “Eu vejo que estou no caminho certo, usando a minha voz para mudar a vida de alguém. conclui Lary.

 Confira o videoclipe de “Slow”:

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