Um dos projetos que sobreviveram a pandemia com lançamento direto e exclusivo nos cinemas Free Guy finalmente fez sua estreia nos cinema, entregando entretenimento de primeira com a autenticidade a ponto de criar um novo gênero de cinema: O universo de Ryan Reynolds no cinema.

Free Guy: Assumindo o Controle conta a história de Guy, um caixa de banco que descobre ser um jogador secundário de um jogo de videogame de mundo aberto e então, decide se tornar o herói de sua própria história. Agora, em um mundo onde não há limites, ele está determinado a ser o cara que salva seu mundo… antes que seja tarde demais.

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Definitivamente esse filme serve para quem sabe pouco sobre games e ao mesmo tempo para quem acompanha streamers e jogos. É deixado bem claro do que se trata e os objetivos dos personagens com cenas hilarias e com ótima química de elenco. Guy é adorável e vai ganhar seu coração, afinal é Ryan Reynolds, com delicadeza e inocência ( e uma pitada de atração sexual por sua camisa azul colada ). Sua conexão com a personagem de Jodie Come é bem trabalhada porém não diria que é o ponto forte do filme. Jodie é uma personagem com referência claras a Lara Croft, Jill Valentine e diria até mesmo Bayoneta.

Todo o arco de emoção do filme está no ato libertador dos NPCs de um universo completamente violento e problemático, onde Guy é a Faísca na revolução. Diria que o drama é entregue de forma ativa, mas sutil e que vai se engrandecendo ao decorrer do processo de descoberta do protagonista, ao mesmo tempo enchendo o público de envolvimento e apego pelo comportamento açucarado do personagem de Reynolds. Emocionante e surpreendente ao sabe que o maior ato demonstrado no filme foi além de Guy e Millie.

O plot envolvendo o elenco fora do jogo “Free City” é ligeiramente esperado porém bem editado e entregue sem ênfase, sem destoar dos objetivos e interações de Guy. A grande revelação do propósito do NPC protagonista dá cores a trama por trás do game, fechando os arcos, novamente, com um grande ato de amor.

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A vontade de comprar uma camisa azul no fim do filme foi grande. Referências diretas a celebridades amigas de Ryan, produções em que o ator participou ( ou vai participar ), participações especiais, trilha sonora icônica se fazem presentes ao decorrer da trama. Todos essa autenticidade é digno de um novo gênero de filme, o “Ryan Reynolds Movie”. Absolutamente um dos meus filmes favoritos do ano e uma das minhas comédias favoritos de Reynolds.

NOTA: 8

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